sábado, 29 de janeiro de 2011

É hora de despadronizar algumas coisas que jamais foram e/ou deveriam ser padronizadas

Nossa sociedade é cheia de padronizações. E automaticamente, a cada dia, a cada hora, novas coisas, hábitos, jeitos vão sendo taxados e encaixados para definir pessoas, costumes, grupos, etc. Porém existem certas padronizações que levam as pessoas a julgarem as outras pelo que elas não são!
Um exemplo? Vamos a um bem básico e comum: "All Star é coisa de emo''.
Emo, para quem não sabe, são pessoas consideradas 'emotivas'.
Pode ser que muitos 'emos' usem sim All Star, mas isso não quer dizer que quem use seja um!
Certo dia, observei, numa loja de um shopping, uma pessoa que estava acompanhada de outra, ouvindo repulsa de seu companheiro quando ela disse que estava interessanda em comprar um All Star. Seu companheiro ainda ironizou dizendo que se era assim ela já poderia vestir roupas pretas e andar de cabelo chapado tampando o rosto por ai...
Dá para entender?
E essa taxação não ocorre somente com o exemplo do tênis que dei. Ocorre com diversas outras coisas, atitudes, modos, escolhas, opções, enfim. Há inclusive o preconceito entre homens e mulheres em relação a determinados trabalhos. O preconceito de que homem não pode realizar um trabalho considerado 'feminino' (sem ser chamado de gay) ou vice e versa (do qual mulheres são chamadas de machonas, sapatas, por querer exercerem trabalhos considerados desde então: 'masculinos'.
Será que hoje em dia temos mesmo LIBERDADE? Vivemos mesmo em uma sociedade LIVRE?
Como vivemos em liberdade sendo que mal podemos escolher o que vestir, usar, exercer sem sermos julgados?
Posso ser uma pessoa comum, mas se achar bonitinho, querer usar um tênis qualquer vou ser automaticamente julgada como isso ou aquilo? Não posso ser livre para minhas escolhas? Não posso escolher o que gosto, escolher o que me faz bem?
O Ser Humano vai longe demais a partir do ponto que passa a julgar os outros pelas escolhas. Até nisso vemos a falta de respeito! Se queremos uma sociedade mais justa, mais livre, devemos passar a respeitar as escolhas do próximo e evitar julgá-los sem antes conhecer suas verdadeiras intenções! Devemos parar de taxar, padronizar certas coisas, pois todos nós estamos sujeitos a querer ou não, ter, exercer essas coisas!

Respeite o próximo e seja livre nas suas escolhas e decisões!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ajuda, help, ayuda, aide...


Quem pede ajuda reconhece que precisa do próximo. Reconhece que não consegue sozinho o que quer sem a participação de um outro alguém. E quem ajuda, reconhece que tem capacidade para prestar algo bom ao próximo. Reconhece que tem força suficiente para emprestar uma parcela ao outro. Não vivemos sozinhos. Não fomos feitos para viver 100% independentes. Não há como o ser humano viver só! Sempre precisamos da ajuda do próximo! Por isso é importante que estejamos sempre dispostos a ajudar, porque nunca sabemos o dia de amanhã!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Meu melhor professor foi aquele que me deu zero na prova mais importante da minha vida! Por Larissa Bianke

Era um dia chuvoso e frio, daqueles que é quase impossível sair da cama. A preguiça apertava, mas eu não tinha outra opção: era dia de prova de Física. Sim, de Física! Nem eu mesma acreditava, já que na noite anterior estava assistindo filme e comendo pizza com umas amigas minhas antes de minha mãe chegar e me obrigar a ir me arrumar para o casamento de um primo distante que se casaria numa roça, nem tão distante assim... Mas que não deixava de ser roça! E que só voltaríamos para casa para lá da madrugada! Enfim... Não queria acreditar que novamente faria uma prova tão complicada como a do Sr. Hebert sem nem mesmo ter estudado um única fórmula sequer! Raios! Peguei o ônibus em baixo de chuva reclamando e resmungando da praga do Sr. Hebert.
Encharcada, entrei na sala. Foi tempo de folhear alguns papéis e tentar decorar algo e ele chegou. Tudo bem, não tinha como escapar. Ele entregou as provas. Quando olhei para a minha, meu cérebro se revirou. O tempo passava e não saia absolutamente nada. Por fim, faltando uns 20 minutos para a sirene, rabisquei alguma coisa, chutei outras e foi por isso mesmo!
Na semana seguinte, Sr. Hebert estava entregando os resultados. Todos estavam maravilhados, pois todos estavam indo muito bem. Fiquei até esperançosa. Porém, minha felicidade foi curta já que Sr. Hebert logo me entregou minha prova de nota catrastófica. ZERO! Zero bem redondo! A única nota abaixo da média. Logo pensei que o Sr. Hebert era um grosso, ridículo, incompetente e idiota! Que devia ter feito de tudo para descontar cada centímetro de erro da minha prova, propositalmente. Era a penúltima prova, a última antes da prova decisiva.
Nunca havia perdido média. Nunca havia tirado nota tão horroroza quanto esta: zero! Não conseguia acreditar. E o diretor, Sr. Robson também não, tanto é que convocou uma reunião com meus pais e o professor de Física.
Não via nada de errado na minha vida, sempre prestava atenção nas aulas e não deixava de fazer os deveres, apesar de copiar alguns... Tudo bem, tudo bem, uma quantia boa de alguns! Foi quando ele me disse: "Srta. Schneider, acha que minha intenção era te prejudicar?" Logo pensei: "Como não? Já que estamos em final de período e minhas notas já são de importância para o meu futuro?" Mordi a língua, mas nada disse.
" Se estou te repreendendo agora, é para que você se corrija e tenha um futuro promissor. Se você não se corrige agora, deixará para que isto interfira no seu futuro profissional?"

Não houve mais palavras. Depois disso, aprendi com as palavras do Sr. Hebert. Olhei direito para minhas atitudes e reconheci que não estava sendo coerente. Sempre largava tudo para a última hora. Não me empenhava nos meus estudos. Não sabia estudar.
Apartir de então, comecei a rever meus erros, minhas falhas e a me esforçar, pois a última prova ainda estava em jogo e ou seria uma excelente nota, ou seria nenhuma e um ano perdido. Mas meu esforço valeu e consegui fechar a prova!
Mas do zero, tirei uma lição. Aprendi a estudar. Aprendi a fazer por onde e tudo isso graças ao Sr. Hebert, que me ajudou a acordar a tempo. Me ajudou sair da fria em que estava me metendo, me jogando um sacode!

Às vezes a vida nos dá um sacode, mas devemos tomar este como um alerta, devemos tirar deste uma lição que pode nos servir para o resto de nossas vidas! Essa foi a prova mais importante de minha vida pois da experiência que tive com ela, tirei muito aprendizado!

Por

2011 iniciamos aqui!

Olá à todos!
2011 já começou e Sonhos de Primavera está de volta!
Antes de tudo, gostaria de desejar à vocês um incrível 2011, e que este, seja um ano de muitas boas realizações na vida de todos nós!
Gostaria também de apresentar uma nova companheira aqui do SDP:



Larissa Bianke é uma personagem jovem fictícia que compartilhará sua história e suas experiências conosco aqui no Sonhos de Primavera!


Bom, apresentações dadas, aquele abraço à todos
e até a próxima postagem!